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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Códigos Humanos – Parte 4

Se você voluntariamente procura fazer o melhor, como de costume, mas, num dia faz algo que para alguns não parece ter tanta importância assim, recebe tortuosas críticas.
Então, umas perguntas eticamente cristã são feitas, não pela sua consciência, mas por aqueles que deveriam te conhecer bem: “que importância verdadeira teria para ti, pessoalmente, esta atitude?”. “...não representa tanto, não é mesmo?”; "e quem, afinal, é você?"
Perguntas feitas por aqueles que já tiveram a oportunidade de testemunharem comportamentos seus que pelo menos demonstraram, outrora, desprendimentos!
De qualquer maneira, algumas coisas são em tempo reveladas ou confrontadas... ou decodificadas:

Como pode Deus, o provedor do Universo, interagir com o homem, com sua estrutura, com suas peculiaridades?
Sábios puderam sem dificuldade responder: não com a matéria, mas com o espírito; sim, o âmago do ser... a mente humana.
Seria este relacionamento condicionado a este tempo ou é atemporal, visto que o passado e o futuro são fenômenos estritamente ligados à matéria, à Terra, aos envelhecimentos?
Pode-se até compreender ou aceitar que a essência é o que importa; e isso é o sentimento, o abstrato, porém, vivemos, também, segundo regras exclusivamente sociais; presos, arraigados a estas regras, inseridos num projeto, num sistema. Mas, que você faça parte do projeto de Deus!!!
Logo, de que maneira harmonizar todos os componentes do ser?

Os sistemas humanos tendem a engessarem-se. Portanto, cuidado?
Como conseguir entender um outro contexto, já que a mente está voltada para condicionamentos?
Sou economista, e sei que o homem busca com muita força entender as razões sociais e auferir valores. Isso porque acha tão necessário medir as coisas, anausá-las, para depois viver em conformidade com aquiio que se consegue visualizar, colocando em detrimento os sentimentos. E, tendencionalmente, só após vislumbrar e medir, o homem passa a sentir. São códigos para se relacionar socialmente, que precisam ser decodificados para se aproximar de Deus, mediante uma chave: ATITUDES não parametrizadas somente pelo que se vê, ou se mede! Antes pelo que se sente, se acredita. E é um certo contra-senso se afirmar que as ações humanas quase sempre são frutos de seguranças, pois, não necessariamente, o que se vê é o que de fato é.

A vida funciona como num programa de computador em rede, interligado por “equações”, onde as reações de cada indivíduo são informações do dia a dia, vitais para a execução do sistema. Estes dados-informações ou ações-reações, são ora fornecidos, ora coletados, de forma a fazer a vida transcorrer "normalmente". E quando estes dados não são encontrados e recompostos, a vida parece estar sem sentido; às vezes nem sequer são procurados, antes permanecem escondidos, ignorados, desprezados... .

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Códigos Humanos – Parte 3

Na segunda parte de “Códigos Humanos” codifiquei uma questão que gostaria de decodificar neste momento.
“alguns dados subtraídos podem influenciar progressões, ou mesmo, a multiplicação de forças podem significar subtrações".
Como subtrações ou perdas podem influenciar progressões!?
A progressão neste contexto representa progresso, desenvolvimento.
Aludir matemática e rotinas lógicas a vida é bastante coerente , racional!
Afinal, o mundo não vive num caos, ainda que pareça. “Tudo foi feito para um determinado fim, e até o homem mau para o dia mau,” afirmou inspirado um sábio hebreu, mais honrado pela sua sabedoria do que por seu reinado e dinastia. “Até o homem mau?”, alguém surpreso questionaria. É! Algo notoriamente ruim pode influenciar atitudes e decisões em prol de um desenvolvimento.

Não é paradoxal afirmar que muitas vezes se ganha somente quando se perde !

Um dos grandes males do homem é acomodar-se e limitar suas ações e atitudes por causa de uma visão limitada a circunstancialidades. E quando se exclui ou subtrai todo ou parte dos recursos, uma reação é provocada! Não se pode negar que o homem é potencialmente capaz e criativo. O mesmo sábio hebreu disse assim: “eis aqui o que tão-somente achei: que Deus fez ao homem reto, porém eles buscaram muitas invenções”.
Potencial que faz as pessoas operarem segundo qualquer tipo de equação da vida, e o que as fazem retirar, se necessário, até “águas de pedra”, além de, ironicamente, tender a acomoda-las às vicicitudes ou adversidades da vida. Potencial este que outorga ao homem capacidade de transformar o pouco em muito, que não necessariamente significa satisfazê-lo. O resultado é por muitas vezes orgulho ou individualismos.
Mas como sempre irá “existir o homem mau para um dia mau”, não se permita ser um dado negativo nas equações. FAÇA A DIFERENÇA, INFLUENCIE AS PROGRESSÕES!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Códigos Humanos – Parte 2

Viver denota relacionar-se, interagir, integrar-se, comunicar-se. em função de Informações, códigos ou interpretação dos dados coletados no dia a dia. Assim, nem sempre uma interação de dados retorna uma informação racional e padronizada, ou seja, às vezes, o que é absoluto tende a relativar-se; e talvez alguns dados subtraídos possam influenciar progressões, ou quem sabe, a multiplicação de forças possam significar subtrações? Isso porque tudo depende de ação e reação relacionadas a forças cujos pólos são negativos ou positivos.

Códigos...Módulos de sentimentos... Rotina tão lógica que ao interagir com outras rotinas igualmente insofismáveis formalizam um sistema pelo qual se organiza os dados apreendidos. Dados estes que podem ser fruto de deduções ou percepções.
Nesta perspectiva, respostas adequadas, coerentes e precisas não necessariamente são automatizadas, e sim, formalizadas de acordo com uma complexa rede de interações espirituais com a qual o mundo material se integra. E quanto mais o homem se permite depender do sistema, mais o homem vive por ele e para ele. Logo, existem pessoas que preferem ir andando pela vida, enquanto outras optam por serem transportadas por ela de alguma maneira. Neste tocante, as propostas de libertação são ideologicamente perfeitas, mas desafiantes. Pois, ao se acomodar aos padrões do sistema, para muitos pode parecer mais confortável, todavia, as frustrações e ansiedades são inerentes. É o preço para se equilibrar o sistema - não infringir padrões, ajustar-se. Tantos recursos à disposição, tanta força empregada, porém, a tecnologia exige cada vez mais aperfeiçoamentos, reparos. E o tempo fica, no entanto, mais escasso. Isso é até paradoxal, não é mesmo? É impressionante que os sistemas tornem-se tão imediatistas e virtualmente eficazes, influenciados por outros sistemas integrados, buscando ora eliminar erros, ora ajustá-los em prol do "bom funcionamento". Por conseguinte, quem vive absolutamente segundo o sistema, tende a justificar os fins pelos meios; errar e errar com o propósito de acertar no final; e como é um sistema, tem a função de modelar, engessar suas vias; o certo pode vir a ser modelado como errado, e o errado, relativo, passa a ser o certo. Tudo para o “bom” funcionamento do sistema. E quanto mais se possui, mais se deseja, e mais se angaria.
Aí, há um fenômeno: o tempo deixa a impressão de passar mais rápido; na verdade o tempo fica menos proveitoso, frustrante.

Aqueles que reagem unicamente ao que os olhos revelam; sistematicamente auferem valores e medem coisas de forma a procurar comparações e estrutura para apoiarem-se.
O mundo moderno é desta maneira: informações são codificadas para então serem decodificadas, sempre segundo um pardrão pré-estabelecido. É de certa forma incoerente frisar que o modo de se captar e entender os sinais codificados, é contrastar com os sistemas! Como assim ? Há o momento certo para falar mais alto; há o momento certo para se calar.

Códigos, sinais... . É necessário buscar sensibilidade para enxergá-los, e não apenas viver auromatizado pelos parâmetros deste sistema. Quem de repente os enxerga, "automaticamente" angaria forças para decifra-los.
Subitamente, um vento noroeste sopra em outra direção; mas para perceber que o vento alterou seu curso, é necessário sentí-lo
antes, visualizar a mudança e .se esforçar para entender as razões. TUDO TEM UM PROPÓSITO!

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Códigos Humanos – Parte 1


Viver é sem dúvida uma aventura desafiante! Um desafio tão grande que muitos optam por ignorar fatos cruciais para o desenvolvimento da vida, sem os quais não haveria um curso normal. Isso significa obedecer para aprender a liderar, ou consoante privações, aprender a administrar abundancias; e o principal: gerir relacionamentos, "portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós... (Mateus 7.12)" - ESTE É O CHÃO DOS PRINCÍPIOS.

O homem e a máquina. Sou economista. Aprendi com base também em princípios e por experiência adquirida a empreender uma visão social, política e econômica da sociedade, o que nos faz tender a não individualizar. E, assim, são absorvidas informações com as quais se modela o caráter. Tudo meio automático, ou “natural”... . Uma analogia é exemplificada pelo psicanalista Dr. Augusto Cury: em seu livro “Dez Leis para Ser Feliz”: “nos computadores, o registro das informações depende da vontade, na memória humana é involuntário, realizado pelo fenômeno RAM, o registro automático da memória. Nos computadores é só apagar os registros, no homem não, só reeditando-os”. Você tem a opção de desprezar esta informação ou não, e não grava-la no coração, ou seja, ”examinai tudo; retende o bem (I Tessalonicenses 5.21)”. Porém, "tudo o que deve ser examinado" refere-se somente às coisas que fazem parte da sua história, das suas circunstâncias, do alcance da sua visão. E desprezar informações não significa Ignorar fatos, ou melhor, quando se reedita informações, se reage conforme princípios. Como assim...!? Se alguém ao passar por ti não te cumprimenta, é porque, distraído pelas circunstâncias da vida, simplesmente não notou sua presença – esta é a informação.que deve ser apreendida e decodificada.

A maneira de se entender e viver os códigos é estabelecer princípios os quais se seguirá. O que quero dizer com princípios!? Princípios são conceitos frutos do caráter pelo qual se age e reage.Se uma situação ou momento deve acontecer, provoca-se os meios, sempre em conformidade com seus princípios pessoais, para que esta situação ou momento aconteça. Nesta perspectiva, há uma resposta esperada segundo uma codificação que ninguém pode corromper, só você.

Você não entendeu?
Mais tarde será decodificado!