quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Como Ainda se Proteger do Mal?

"Frente a qualquer circunstância,
perceba Deus! E confronte-se, inspire-se!"

(Parte do Livro "As Vertentes do Sofrimento" de Sesinando F.)


Mas como se proteger do mal genuinamente maléfico, em que não há propósitos divinos e que não traz nenhum aprendizado, pelo qual somos tentados, desafiados?
Como se proteger das investidas do diabo?
Um princípio universal afirma: “Acaso andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” (Amós 3.3). Se não existe compactuação com o mal, com o pecado, há menos probabilidade de sofrer suas conseqüências e investidas. A principal maneira de abster-se do mal é não vincular-se à ele, ou seja, não andar com o mal , porquanto há somente duas opções: faz-se um acordo com Deus ou com o Diabo. Parece radical, mas é assim mesmo.
“Portanto tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, permanecer firmes.
Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade...” (Efédios 6.10,13-14).
Os judeus usavam vestidos longos, abaixo dos joelhos, que deveras os atrapalhavam para correr. E somente teriam mobilidade para faze-lo ao prenderem a borda de seus vestidos no cinturão. Esta metáfora é utilizada para se compreender (espiritualmente) que não é possível locomover-se livremente quando se é “entrelaçado” por engodos ou circunstâncias ilusórias.
O homem somente muda e desenvolve-se quando confronta suas realidades e idéias. Logo, um mal genuinamente diabólico é instituído pela mentira. Ao Diabo é imputado a exclusiva autoria deste mal; “ele é o pai da mentira” (João 8.44).

Apoiando-se em falsas ou não verdades, a mentira se molda tanto quando é falada ou quando alguém se mostra quem de fato não é, ao esconder-se atrás de falsas idéias a respeito de si. Um abismo gera outro abismo; o orgulho., a presunção, a auto-confiança se revigoram... . Muitas coisas poderiam ser ditas que definiriam melhor a mentira, porém o intuito maior deste estudo é se estimular a percepção, a visão... .

Ao santificar-se o homem desenvolve uma rejeição àquilo que o mundo oferta de forma agressiva ao espírito. É automático, natura antes de ser dogmático; quanto mais se busca a Deus, se perde o interesse pelas coisas pertinentes a Terra, contudo,, uma verdade se revela latente e consoladora: “nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam”. (I Coríntios 2.9) Não obstante esta verdade (consoladora), ela mesma confronta o coração, pois, “se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis dos homens” (I Coríntios 15.19).

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